A fama dos investigadores medievais sobre o comportamento do pênis

Na Idade Média, a impotência era um dos poucos motivos pelos quais uma mulher podia obter o divórcio com sucesso, uma vez que a Igreja Católica acreditava que os cônjuges tinham uma dívida conjugal de sexo um com o outro. Mas para confirmar a impotência do marido e garantir que a mulher não estava simplesmente fazendo falsas alegações de escapar do sacramento do casamento – afinal, as mulheres eram consideradas menos confiáveis ​​e mais propensas a mentir do que os homens – os tribunais precisavam de testemunhas.

É então que surge a necessidade de se ter um investigador profissional para avaliar o desempenho do pênis do marido em questão e ajudar o tribunal a declarar sua sentença.

Frequentemente, eram mulheres casadas de respeito, viúvas ou profissionais do sexo locais. Elas poderiam ser encarregados pelo tribunal de inspecionar o equipamento genital do homem ou poder expor seus seios e órgãos genitais ao homem supostamente impotente, dar-lhe cerveja e lanches saborosos, beijá-lo e acariciar seu pênis em uma sala quente para ver se ele ficava excitado. Mas outras vezes, essas testemunhas ou investigadores eram homens que olhavam enquanto o marido em questão tentava fazer sexo, ou mesmo estendiam a mão e acariciavam o pênis do acusado, relatando suas descobertas ao tribunal.

Isso demonstra que os medievais falavam franca e abertamente sobre sua vida sexual, de uma forma que talvez não tenhamos imaginado. Eles mostram como os membros masculinos da família, companheiros de casa e vizinhos não apenas discutiam, viam e comparavam os genitais uns dos outros, mas até mesmo os seguravam e acariciavam em punições sancionadas pelo tribunal da igreja.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *